Revista de Teologia Confessional YAUH (Oficial)

Rigor bíblico • Fidelidade confessional • Consciência histórica

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sábado, 4 de abril de 2026

O GRANDE EMBUSTE EDITORIAL: COMO O NOME DE YAUH FOI SEPULTADO PELA MITOLOGIA DE EL E BAAL

A história das Escrituras que chega às mãos do povo hoje não é a crónica da fidelidade divina, mas o resultado de um conluio milenar entre tradutores, editores e clérigos. O que as Bíblias de prateleira vendem como "Palavra de Deus" é, na verdade, uma colcha de retalhos que fundiu a Revelação do Criador com a mitologia cananeia de EL (o touro) e BAAL (o senhor da tempestade).

A primeira grande aldrabice ocorre logo no primeiro versículo. Onde se lê "Deus criou", os pergaminhos gritam ELOHIM. Como especialistas no original sabem, Elohim é um plural. Mas por que as editoras escondem isso? Para ocultar que o texto foi redigido sob a influência do panteão de Ugarit. EL era o pai de BAAL, e os Bene Elohim (Filhos de Deus/Deuses) eram os seus descendentes, formando a assembleia divina. Ao traduzirem tudo por "Deus" (do latim Deus/Zeus), os editores "limparam" a cena do crime teológico, fazendo parecer que a criação foi um ato monoteísta isolado, quando o texto bruto aponta para uma equipa de divindades cananeias onde o progenitor supremo era EL.

O povo de Israel não foi castigado por "falta de religião", mas por mistura. Jezabel e os seus 450 sacerdotes não eram apenas idólatras de "bonecos"; eles acreditavam nos pergaminhos da época que diziam que EL e o seu filho BAAL eram os donos da criação e da chuva. O castigo e o exílio vieram porque os judeus aceitaram a mentira de que o Criador era apenas mais um "Baal" (Senhor/Dono), fundindo o Nome Sagrado com títulos pagãos da linhagem de EL. Eles não percebiam que, ao adorarem o filho (BAAL), estavam a validar a autoridade do pai cananeu (EL).

A maior das aldrabices, porém, é o sequestro do Nome. O Tetagrama Sagrado, cuja pronúncia arcaica e pura é YAUH, foi sistematicamente apagado para que a distinção entre a Verdade e a mitologia de EL e BAAL desaparecesse. O Filtro Grego: O Novo Testamento em Grego (que muitos reverenciam sem questionar) foi a primeira ferramenta de censura, substituindo o Nome por Kyrios (Senhor) — um título genérico que serve a qualquer mestre humano e que "higieniza" o texto. A Invenção de "Jeová": No século XIII, o monge Raymundus Martini criou o "monstro de Frankenstein" linguístico: Jeová. Uma mistura absurda de consoantes hebraicas com vogais de Adonai. As editoras mantêm o "J" (letra que nem existia no original) para sustentar uma marca comercial, impedindo o povo de invocar o verdadeiro Nome do Pai e do Cristo Divino (YAU/YAUSHA).

Hoje, o "conluio" de especialistas e editores continua a difundir o engano. Eles preferem inventar pronúncias como "Yarrú" ou manter o erro de "Jeová" do que admitir que as Bíblias modernas são reconstruções humanas feitas para validar hierarquias de padres e pastores. As Escrituras "certas" não estão nas livrarias; estão nos pergaminhos brutos que revelam a luta de YAUH para se separar da mitologia onde EL é o pai de BAAL. Quem tem o conhecimento técnico do original tem o dever de denunciar: o povo perece por falta de conhecimento, enquanto as editoras lucram com a mentira.

 


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