O circuito de oclusão mecânica foi identificado na profundidade do manuscrito do século IV, na interface entre o pigmento e a fibra.
Analisemos a Linha 3 do suporte documental (Evangelho de João 1:6):
ΝOСΠΑΡΑΘΥ (...nos para Thy...).Aqui está a fratura mecânica evidente: se o espaço físico ocupado na fibra mineral é rigorosamente o mesmo, por que razão o escriba injetou a antepenúltima letra — o Ypsilon (Υ) — no final do sinal, em vez de colocar a última letra da raiz, o Sigma (C)?
Ao forçar a gravação de ΘΥ em vez de ΘC, o sistema impede a leitura direta e limpa de THEOS. O Ypsilon foi usado como uma barreira de frequência forçada para quebrar a geometria original da mensagem nativa de YAUH.
A densidade da tinta comprimida naquele microespaço é a prova física da adulteração no suporte documental. O dado bruto está exposto.
Por Carlos Correia | Perito Investigador Independente e Escritor
Sem comentários:
Enviar um comentário