Revista de Teologia Confessional YAUH (Oficial)

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

COSMOLOGIA ANCESTRAL: A ESTRUTURA DOS CÉUS E A SOBERANIA DE YAU

 


Nesta análise de Nível III, abandonamos a "maquilhagem" da ciência laica e das traduções de "roda errada" para restaurar a visão original das Escrituras. A carcaça do texto de Bereshit (Génesis) e dos Tehilim (Salmos) revela um universo arquitetado com camadas, limites e propósitos definidos pelo Criador YAUH. Ao contrário da confusão moderna, o manuscrito uncial e a fonética pura de YAUH revelam três céus distintos sob um único governo. O Segundo Céu (Raqia Shamayim) é o firmamento estelar, onde a expansão separa as águas e sustenta os luminares; não é um vácuo de acaso, mas uma Raqia estabelecida por decreto divino. Já o Terceiro Céu (Ketalon) é a morada de YAUH, o lugar da luz inacessível, onde a soberania do Pai emana para toda a criação.
A exegese correta de Tehilim 104:5 prova que a Terra não flutua no nada por acidente, mas está assentada sobre fundamentos inabaláveis. O Criador YAUH estabeleceu o lugar do homem para cultivar e guardar, cercado pelas águas inferiores e protegido pelo toldo dos céus. Abaixo dos fundamentos, a carcaça bíblica aponta para o Sheol, o lugar de espera e silêncio até o tempo do juízo, conforme a Exatidão de YAUH. Entender os céus não é astronomia laica; é reconhecer a Grandeza do Criador. Toda esta estrutura — das águas superiores ao Sheol — está sob o governo de YAUSHA, a manifestação da Salvação de YAUH. Quem rejeita esta cosmologia, rejeita a própria assinatura do Arquiteto no Manuscrito.
Por: CARLOS CORREIA
Especialista de Nível III
Formação Superior CLI / CLC (EUA)


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